terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Palavras Abortivas de Fim de Ano

Enquanto o ano novo não chega penso no meu ano velho. Que completa seus 365 dias de vida e se acaba. Quando era mais novo, um, dois dias atrás pensava que seria eterno. Pensava que viveria para sempre. Pensava que podia voar e que iria mudar o mundo. O ano se acaba e percebo que não cumpri minhas metas e me desiludo do futuro.
Mas espera um pouco, sou Sancho Pança. Não sou o Dom Quixote que fica se lamentando ou o Dom que escurraça a todos, nem a Dulci, porque eu...porque, porque sou homem oras.
A tv me ensinou que hoje é um novo dia de um novo tempo que começou. Oras, que começe o tempo do riso então. Chega de tristeza, chega de lamúria. Que venha um ano totalmente novo, zero quilometro e totalflex e que a gente possa se frustrar com ele novamente, falando dos dias quentes demais ou frios demais. E também, realizar ou não o que teremos prometido. Que 2009 seja um ano em que os feriados caiam em dias de semana e de preferência em dias que tenham como a gente os imendar, prolongar. Deus salve a América, porque ela está fudida. Deus salve os encalhado, os repetentes, os preguiçosos, as pessoas sem sal, os textos ruins, os diários que são chamados de blogs. Que o ano novo comece com festa e eu quero na real que o Dom se exploda o que você vai fazer comigo a mais de 3.000 km de distância.
Felicidades a todos. Se eu não postar mais procurem na sessão de óbitos. Mas fiquem sabendo que se eu morrer hoje morro feliz. Amo você feliz ano novo.

sábado, 20 de dezembro de 2008

A caixinha mágica

A televisão me fascina. o padrinho de batismo do meu primo interpretou, nos anos 80, um palhaço boboca no SBT e as histórias que ele conta para meu primo sobre o mundo da TV são incríveis, me dá muita vontade de trabalhar lá.
Não, pensando bem o onirismo da televisão me tira do sério, somente com a cena da personagem escorregando pela porta aos prantos é que me identifico, o resto é fantasioso, não acontece na vida real, eu durmo maquiada e acordo parecendo um panda, eu não converso com as minhas amigas segurando uma embalagem de condicionador e não sou a pessoa mais feliz, com a família mais perfeita ao comer um pão com margarina.
A televisão é ridícula.
E o telefone do padrinho do meu primo é 011 - 236-0873.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Eu me vou me, mas a saudade

Graças ao Bom Deus de todos nós é hora de arrumar as malas e voltar para minha casa, sei que será por pouco tempo, após o início do ano eu volto, mas só de pensar em rever minha família, meu filhos já fico todo emocionado e eufórico.

A saudade as vezes dói mais que um chute em uma quina ou quando você bate o cotovelo e dá aquele "choquezinho". Me disseram outro dia que a saudade incomoda mais que areia no calção, incomoda mais que vizinho são paulino depois que o time dele ganha do seu.
A saudade dura o tempo da distância, dura o tempo da espera, dura o tempo que o seu coração demora pra voltar a encontrar o coração que procura. Dom quixote, quando reclamei outro dia, disse que< só se tem saudade do que é bom e acho que ele tem razão. Se não morrer na viagem vou matar minha saudade...rá entendeu o péssimo trocadilho morrer/matar han han...

Só pra completar, queria dizer que tenho saudade de todos você que não conheço, a não ser por blog, boas festas e apareçam qualquer dia. A saudade manda lembranças.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Por que não?


Muitos perguntam por quê?
Eu pergunto por que não?

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Quem somos nós - parte I

"Livros e solidão: eis o meu elemento." (Benjamin Franklin)

Dom: Sucintamente O corvo do Allan Poe, O homem mais rico da babilônia e os livros do Stephen King. Confesso também que sinto uma atração pelo livro Revolução dos Bichos.


"É claro que meus filhos terão computadores, mas antes terão livros."
(Bill Gates)

Sancho Pança: Volta ao Mundo em 80 dias e 20.000 léguas submarinas, do Julião, O cavaleiro inexistente, do Italo Calvino. Leio muita superinteressante e wikipédia e desciclopédia também.


"Em geral quando termino um livro encontro-me numa confusão de sentimentos, um misto de alegria, alívio e vaga tristeza. Relendo a obra mais tarde, quase sempre penso ‘Não era bem isto o que queria dizer’." (Érico Veríssimo)

Dulcinéia: Me lembro que li ainda pequena o livro do pequeno príncipe, e só mais tarde percebi que o havia lido com olhos de criança e não tinha entendido o real sentido. E queria destacar também o Mundo de Sofia, que li na minha segunda faculdade. Para completar clássicos nacionais.


"Amar apenas as belas mulheres e suportar os maus livros são sinais de decadência." (Joseph Joubert)

Dom Quixote: Sou apaixonado pelos de poesia, lógico, desde Camões até os mais atuais, tipo Fernando Pessoa. Me fascino com o que Machado de Assis escreve, se pudesse voltar no tempo, voltaria para acompanhar suas fases de perto e também jogar uma partida de xadrez com ele.